O Bula Aberta surgiu em 2024, quando um grupo de farmacêuticos e jornalistas de saúde percebeu que faltava no país um veículo que tratasse o setor farmacêutico com a mesma seriedade editorial reservada a hospitais e políticas médicas. Não queríamos mais um site de notícias rápidas nem um portal de preços. Queríamos análise, contexto e leitura que ajudasse profissionais e cidadãos a entender decisões que afetam o acesso a medicamentos.

Nosso nome é deliberado. A bula — aquele folheto técnico que acompanha cada medicamento — é um dos documentos mais lidos e menos compreendidos da saúde brasileira. Abrir a bula, no sentido figurado, significa tornar acessível o que costuma ficar restrito a linguagem técnica ou a círculos especializados. É isso que tentamos fazer em cada publicação.

O que publicamos

Cobrimos acesso a medicamentos, regulação da ANVISA, farmácia clínica, logística farmacêutica, programas do SUS e pesquisa aplicada. Priorizamos temas com relevância para o Brasil: desigualdades regionais, judicialização de fármacos, experiências municipais de consulta farmacêutica, desafios da cadeia fria em regiões quentes.

Não publicamos propaganda de laboratórios, não fazemos rankings patrocinados de farmácias e não vendemos produtos. Nossa receita, quando existir, virá de apoio institucional transparente — nunca de conteúdo comercial disfarçado de reportagem.

Quem escreve

Nossa redação reúne farmacêuticos com experiência em saúde pública, pesquisadores de universidades federais e jornalistas especializados. Cada texto passa por revisão técnica antes da publicação. Quando um autor tem vínculo institucional relevante para o tema, isso é declarado no texto.

Compromissos

Seguimos uma política editorial clara: correções são publicadas com transparência, fontes são citadas sempre que possível, e opinião se distingue de reportagem. Se você encontrar um erro, escreva para [email protected].

Atualizado em 12 de junho de 2026

Coordenação editorial

Dra. Mariana Costa
Farmacêutica, mestre em saúde pública pela UFMG. Atua em pesquisa sobre acesso a medicamentos no SUS.

Colaboração permanente

Prof. Ricardo Almeida
Professor de políticas de saúde na UFRJ. Pesquisa regulação farmacêutica e judicialização de medicamentos.